Nos modelos transversais os músicos, além de alterarem o ângulo da flauta em relação a si mesmos, ainda rodam as flautas no eixo da flauta.
As flautas transversais podem ser giradas, para, além do meio tom, alcançarmos quarto de tom, ou oitavo de tom.
E outras coisinhas mais...
Quanto maior for o diâmetro do tubo e o diâmetro da entrada de ar, maior o ganho ou perda de nota, ou seja, maiores as possibilidades.
Os modelos tranversais mais famosos são a Bansuri indiana e a Ditzi chinesa.
A mais famosa deveria ser a transversal européia, se ainda fosse de madeira, como defendia Joachim Quantz.
Quantz não gostava do metal e sua flauta tinha somente duas chaves. Antes que se questionem, esse sujeito foi um grande flautista.